VACINA DA COVID-19 NÃO FICARÁ PRONTA ANTES DE NOVEMBRO, DIZ CEO DA MODERNA

Para o CEO da empresa de biotecnologia americana Moderna, Stéphane Bancel, a vacina da companhia contra o novo coronavírus não ficará pronta antes de novembro — frustrando as expectativas do presidente americano Donald Trump de ter uma proteção aprovada antes das eleições dos Estados Unidos. Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, Bancel afirmou que “a Moderna não estará pronta para pedir o uso emergencial da vacina ao Food And Drug Administration (FDA) antes do dia 25 de novembro”.

Para Bancel, a dose da vacina também não estará disponível para toda a população até a próxima primavera no hemisfério norte (entre os meses de março e junho). “Do dia 25 de novembro em diante teremos dados o suficiente para colocar os Estados Unidos em uma aprovação emergencial da vacina, assumindo que ela seja saudável e que os resultados sejam positivos”, continuou ele.

A vacina da Moderna é baseada no RNA mensageiro, bem como a da farmacêutica Pfizer, que tem como objetivo produzir as proteínas antivirais no corpo do indivíduo. Com a injeção, o conteúdo é capaz de informar as células do corpo humano sobre como produzir as proteínas capazes de lutar contra o coronavírus.

A proteção da companhia, que foi a primeira a realizar testes em humanos desde o início da pandemia, está sendo testada em 30.000 pessoas em 87 localidades diferentes nos Estados Unidos. Ela é uma das 192 vacinas que estão sendo desenvolvidas atualmente no mundo, segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), do dia 30 de setembro. A Moderna também integra o grupo das dez companhias que estão na última fase de testes necessários para entender se uma proteção é ou não eficaz contra o vírus.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Fonte:

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Pressão de Trump

Trump afirmou recentemente que uma vacina contra o vírus pode estar disponível já em outubro. “Teremos em breve essa incrível vacina, com velocidade nunca vista antes”, disse ele. “A vacina será muito segura, muito efetiva, e as pessoas do mundo estarão felizes e voltaremos à prosperidade sem precedentes”, continuou.

Uma possível vacinação já em outubro ou no começo de novembro também foi ventilada em documentos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano. Segundo reportou a imprensa americana, o órgão enviou aos estados uma ordem para que “preparem locais e equipamentos para uma vacinação em massa já no mês que vem”. Se confirmada, a data pode ser antes das eleições presidenciais americanas, em 3 de novembro.

Os protocolos que a agência de saúde enviou aos estados parecem ter sido pensados para as vacinas das americanas Pfizer (em parceria com a alemã BioNTech) e da Moderna. O governo americano já fez acordo com ambas para comprar boa parte da produção.

No debate presidencial entre ele e o candidato democrata, Joe Biden, Trump afirmou que uma vacina “ficaria pronta muito antes” do que o esperado. “Falei com a Pfizer, falei com todas as pessoas que você pode falar com — Moderna, Johnson & Johnson, e outras. Elas podem ir muito mais rápido do que isso”, afirmou. Aparentemente, não é o que vai acontecer.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Fonte:

https://exame.com/ciencia/vacina-da-covid-19-nao-ficara-pronta-antes-de-novembro-diz-ceo-da-moderna/

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