ESTUDO APONTA IMUNIDAE DE SEIS MESES AO CORONAVÍRUS

Feita com amostra de cem pacientes, a pesquisa contou com a participação de 20 pesquisadores do UK Coronavirus Immunology Consortium, uma aliança nacional de pesquisa da Inglaterra; da agência pública Public Health England; e da Manchester University NHS Foundation Trust. Foram analisados testes de covid-19 e exames de sangue de um total de 2.000 pacientes que não trabalham na área da saúde, entre os quais 100 tiveram diagnóstico de covid-19 no passado, e nenhum deles foi hospitalizado para tratar a doença. Entre os pacientes analisados na pesquisa, 77 eram mulheres e 23 eram homens. A idade média deles era de 41 anos.

Em pacientes que tiveram covid-19 seis meses antes, os pesquisadores identificaram a imunidade à doença. O tamanho da resposta das células T diferiu entre os 2 mil indivíduos analisados, sendo consideravelmente (50%) maior em quem teve quadro da doença sintomática no momento da infecção, seis meses antes da análise dos pesquisadores.

“A imunidade celular é uma peça complexa, mas potencialmente muito significativa do quebra-cabeça que é a covid-19, e é importante que mais pesquisas sejam feitas nesta área”, afirmou Shamez Ladhani, epidemiologista consultor da Public Health England e um dos autores do estudo.“Porém, os primeiros resultados indicam que as respostas das células T podem durar mais que a resposta inicial de anticorpos, o que pode ter um impacto significativo no desenvolvimento da vacina covid-19 e na pesquisa de imunidade.”

Feita com amostra de cem pacientes, a pesquisa contou com a participação de 20 pesquisadores do UK Coronavirus Immunology Consortium, uma aliança nacional de pesquisa da Inglaterra; da agência pública Public Health England; e da Manchester University NHS Foundation Trust. Foram analisados testes de covid-19 e exames de sangue de um total de 2.000 pacientes que não trabalham na área da saúde, entre os quais 100 tiveram diagnóstico de covid-19 no passado, e nenhum deles foi hospitalizado para tratar a doença. Entre os pacientes analisados na pesquisa, 77 eram mulheres e 23 eram homens. A idade média deles era de 41 anos.

Em pacientes que tiveram covid-19 seis meses antes, os pesquisadores identificaram a imunidade à doença. O tamanho da resposta das células T diferiu entre os 2 mil indivíduos analisados, sendo consideravelmente (50%) maior em quem teve quadro da doença sintomática no momento da infecção, seis meses antes da análise dos pesquisadores.

“A imunidade celular é uma peça complexa, mas potencialmente muito significativa do quebra-cabeça que é a covid-19, e é importante que mais pesquisas sejam feitas nesta área”, afirmou Shamez Ladhani, epidemiologista consultor da Public Health England e um dos autores do estudo.“Porém, os primeiros resultados indicam que as respostas das células T podem durar mais que a resposta inicial de anticorpos, o que pode ter um impacto significativo no desenvolvimento da vacina covid-19 e na pesquisa de imunidade.”

O estudo ainda requer uma formal revisão de pares, um processo de validação da comunidade científica. Por ora, ele está em uma etapa preliminar de publicação, conhecida como pre-print. Ainda assim, o estudo já foi publicamente elogiado por pesquisadores.

“Este excelente estudo fornece fortes evidências de que a imunidade das células T ao SARS-CoV-2 pode durar mais do que a imunidade aos anticorpos”, disse Charles Bangham, presidente de imunologia do Imperial College London, sobre o estudo. “Os dados são consistentes com observações anteriores sobre a imunidade das células T ao SARS – com o SARS, alguns pacientes apresentavam células T mais de 10 anos após a infecção, embora ainda não saibamos se este será o caso com covid-19.”

O estudo ainda requer uma formal revisão de pares, um processo de validação da comunidade científica. Por ora, ele está em uma etapa preliminar de publicação, conhecida como pre-print. Ainda assim, o estudo já foi publicamente elogiado por pesquisadores.

“Este excelente estudo fornece fortes evidências de que a imunidade das células T ao SARS-CoV-2 pode durar mais do que a imunidade aos anticorpos”, disse Charles Bangham, presidente de imunologia do Imperial College London, sobre o estudo. “Os dados são consistentes com observações anteriores sobre a imunidade das células T ao SARS – com o SARS, alguns pacientes apresentavam células T mais de 10 anos após a infecção, embora ainda não saibamos se este será o caso com covid-19.”

Fonte: https://exame.com/ciencia/estudo-aponta-imunidade-de-seis-meses-ao-coronavirus/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

TOP